Só para Maiores Acesso não permito para menores de 18 anos. последна връзка: Покер Texas Holdem 14 дни 17 часове преди |
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Se vc tiver menos de 18 anos não leia.
08.11.2009O que vou contar a vcs é o que acontece
u comigo quando eu tinha 14 anos e viajamos a nossa \"Chácar a dos Coelhos\ " Deixa eu falar como eu era na época eu era brancinh a, pernas grossas, e bem depilada s e muito peluda na xana porque a minha mãe achava que eu não devia depilar, que era muito nova e tals. Bem havia um caseiro, na verdade um trabalha dor...que na ausência dos donos, tomava conta...E sempre fazia todos os trabalho s braçais...Ele era muito estranho, sujo, mal encarado...e tinha sempre consigo uma cadela vira-lat as...Igualmen te suja e maltrata da...Todos nós( os mais jovens) ...Tínhamos medo dele. Eu pelo menos, nunca troquei uma palavra sequer com ele...Apenas o olhava de longe. Mas ele me causava, além do medo...uma profunda curiosid ade...Não sei o porquê... A casa da chácara era feita de madeira, com a finalida de de minorar o frio ...Na Serra do Mar, pela localiza ção e pela arboriza ção, fazia muito frio...Até o assoalho era de madeira. Somente a cozinha tinha o assoalho cimentad o e uma parte da parede era de alvenari a, onde foi instalad o o fogão de lenha...Usávamos fogão à gás, mas o fogão de lenha era aceso todos os dias, para aquecer a água que usávamos no banheiro...e também para aquecer a casa, principa lmente à noite...Exatamen te ai, na cozinha, a casa em que o tal caseiro habitava se conectav a à casa principa l. Creio que para utilizar a mesma parede de alvenari a, pois do outro lado, o fogão de lenha dele estava no mesmo lugar em que ficava o nosso, mas somente este pedaço da parede era de tijolos...o restante, assim como a casa toda, era de madeira. Muito bem feita e bonita... Mas talvez pela proximid ade do fogão e pela caloria que ele irradiav a, formou-s e uma pequena fresta próxima aos fogões de lenha...Uma fresta mínima mesmo, quase impercep tível...Mas eu, curiosa e atrevida...Não deixaria isso passar em vão...Descobri a tal fresta... Não consigo evitar ser curiosa...Não consigo perceber algo novo e não experime ntar, tocar, sentir ou averigua r...Saber o que está do outro lado. O que será que aquele homem estranho faz quando está sozinho lá dentro? Como será que vive? A casa seria limpa?...E a cadela...Porque mantinha sempre aquela cadela consigo? Não pude evitar...E comecei a espiar o tal homem...Sempre que podia, botava meu olhinho lá e ficava esperand o sua chegada, para descobri r seus segredos... A primeira vez que o espiei, o vi preparan do um café após o almoço...Na verdade, a maior parte de minhas investig ações eram feitas após o almoço, horário em que minha mãe tirava uma soneca...e eu, ficava mais livre e mais à vontade para aprontar ... Não sei como, pois a fresta era minúscul a, para poder ver do outro lado, era necessár io encostar o olho nela, mas após algumas vezes em que me posicion ei ali para observar aquele estranho assustad or, ele percebeu minha presença....Sei que percebeu porque olhou diretame nte para minha direção e fixou o olhar por vários segundos...Assustad a, fugi... Mas não demorou muito e voltei para meu posto de espiã...Ele, então, sempre que estava na cozinha, procurav a com os olhos a fresta, esperand o me encontra r lá, o espionan do...Não sei quantas vezes me procurav a na fresta, mas quando sentia minha presença, sei que se regogiza va com isso...E um volume imenso se formava dentro de suas calças... Eu percebia sua excitaçã o...e também me excitava. Estranho isso, tinha nojo daquele homem, tinha medo...Mas me excitava ao ver seu pau crescer dentro de sua roupa, por saber que eu estava do outro lado, olhando- o ... Eu não mais fugia...ficava ali, toda excitada, com respiraç ão acelerad a, o que fatalmen te denuncia va a ele o meu tesão... Depois de algumas vezes, ele parava o que estava fazendo e se posicion ava diante da fresta e passava as mãos sobre seu pau duro, minha buceta ficava meladinh a na hora, minha respiraç ão alterada...ele ficava se alisando, usava calças largas, então pegava com as duas mãos por baixo do saco, tudo junto, saco e cacete e os contorna va com as duas mãos, levantan do-os...como que me mostrand o o tamanho e volume do que estava lá dentro...meu coração disparav a e minha mão descia direto para a bucetinh a...me masturba va ali mesmo vendo ele se exibir para mim... Somente eu o via, pois a fresta era mínima e para ver do outro lado, tinha que encostar o olho nela. Ele não me via, mas sabia o que estava acontece ndo do outro lado, podia me ouvir ... e sorria de satisfaç ão; e depois de algum tempo, quando eu havia me masturba ndo muito, ele sentava- se e se masturba va também...eu não podia vê-lo porque a cadeira ficava fora do meu campo de visão, mas ouvia seu gemido de prazer e seu gozo. Ficava louca de vontade de ver seu leitinho escorren do pra fora do pau... Depois de isso ter aconteci do algumas vezes...um dia, ao chegar para espionar, levei um susto,,,havia uma cadeira bem na direção da fresta e tão logo coloquei os olhos lá...ele iniciou o ritual de se tocar...fez igual sempre fazia, mas logo abriu sua calça e aquele enorme cacete pulou para fora...estava tão duro, tão rijo que brilhava, veias grossas saltavam através da pele reluzent e...tão duro e ereto que ficava voltado para cima deixando seu saco à mostra...Meu corpo todo se alterou diante daquela visão...ele terminou de tirar sua calça e sentou-s e à cadeira...bem diante do meu olhar...ora ele olhava em minha direção...ora ele olhava para seu próprio mastro, ora ele fechava os olhos de tanto tesão, mas começou ali um maravilh oso balet com seu próprio membro...alisava- o de todas as formas, levantan do-o todo, para exibir seus testícul os, arregaça va a pele, descobri ndo o prepúcio... o manipula va diviname nte para o meu deleite...contorna ndo-o com as duas mãos, iniciava uma punheta e parava...eu há muito com a mão na buceta me acabava do outro lado...tinha que me conter pra não gemer de prazer e não chamar a atenção de minha mãe...Mas devia fazer algum barulho...o tesão era tanto que não posso lembrar com exatidão...mas acredito que gemia de prazer, pois ele olhava em minha direção e sorria satisfei to...Ficou muito tempo ali se masturba ndo pra mim...me provocan do delírios de prazer... e vários gozos...até que ele próprio gozou...e eu pude ver sua ejaculaç ão abundant e...Era a primeira vez que eu via uma ejaculaç ão...Senti vontade que estivess e gozando dentro de minha buceta. E me masturbe i de novo. Ele percebia meu prazer...e sorria. No dia seguinte...todo o ritual de novo...mas quando ele foi sentar para iniciar sua masturba ção...eu me afastei da fresta...penso que se surpreen deu e acredito u que eu o estava abandona ndo no exato momento do ritual da masturba ção...Ele veio imediata mente à fresta, para confirma r suas suspeita s...e deparou comigo, sentada em uma cadeira, quadril para a frente, as pernas arreganh adas e apoiadas sobre o encosto de outras duas cadeiras de forma a expor por completo minha buceta e cuzinho para ele...sem calcinha... Ao ver aquela cena ele suspirou alto...tal era seu espanto...E iniciei o meu ritual de manipula ção...comecei acaricia ndo meus pelinhos que começava m a crescer...ainda ralos e ruivos, quase amarelos, encaraco lados, desci a mão toda sobre a buceta e a massagee i em moviment os circular es e à medida que deslizav a a mão sobre ela, deixava o dedo médio entrar levement e no rachinho, abrindo- o levement e, deixando aparecer seu interior vermelhi nho...Introduz ia apenas a pontinha do dedo médio e retirava...ele suspirav a do outro lado...podia ouvir sua mão masturba ndo seu mastro delicios o...que devia estar mais duro que uma rocha...a veias deviam estar latejand o...Hummm!!! desejava ardentem ente ser penetrad a por aquele pau... E pensando nisso, não me contive mais e iniciei uma masturba ção bem gostosa...Enfiei de vez todo o meu dedo médio dentro da minha vagina com toda força, mandando a minha virginda de para o espaço, massagea va meu grelinho, enfiava o dedo na vagina, tirava...fiquei assim me masturba ndo durante muito tempo... Eu tinha deixado um potinho com óleo próximo de mim, besuntei o dedo da outra mão e enfiei no meu cuzinho...UAU!!! sempre senti tesão no cuzinho...subi às nuvens...continua va masturba ndo minha buceta, mas na hora que enfiei o dedo no cuzinho fique maluca...enfiei mais um dedo na buceta...indicado r e médio, numa bucetinh a tão apertadi nha...enfiei tudo e com toda força, sangrand o mais ainda, tirava e voltava a socar com tudo... me masturbe i delicios amente...tudo de uma vez...cuzinho e buceta...e gozei bem gostoso, sabendo que aquele homem estranho estava do outro lado me olhando...e se masturba ndo também...gozamos juntos... Quase todo o dia era assim, ou eu o olhava pela fresta...ou ele me olhava...As vezes nos revesáva mos nos olhando...E ai, a masturba ção se multipli cava...Dependia do tempo que minha mãe dormia...Mas nunca nos falamos ou nos tocamos de fato. E quando nos encontrá vamos fora da casa, não nos olhávamo s nos olhos... Estranho isso...Não? comments: (4)
- OutraVezNick 14 дни 17 часове предиTudo parece estranho quando se criam tabus e preconceitos.

- sol@nge 14 дни 17 часове предиEntão nem vou ler obrigada por ter avisado....