Angell_jp

 
Семейное положение: без пары
Интересуюсь: мужчинами
Ищу: дружбу, развлечения
Знак зодиака: дева
День рождения: 1978-09-01
Присоединился: 10.01.2008
A morte não é a pior perda da vida, a pior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto estamos vivos!
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"Tudo" ainda é muito pouco

03.07.2010       

Amor, ódio, sorrisos, choros, inveja, orgulho, alegria, tristeza, calma, raiva, diversão, tédio, família, amizade, vida, morte, paz, desespero, coragem, medo, indiferença, vontade, luz, escuridão, saber, ignorância, começo, fim, ter, carência, querer, você, eu, nós.
Querer tudo ou querer nada? É pior desejar possuir tudo ou não desejar nada?
Tudo é o bastante ou mesmo com tudo ainda iremos buscar por mais? Perguntas e mais perguntas, sem solução, nem respostas, dúvidas e frustrações.
Por muito tempo custamos acreditar em alguma coisa,
Todas as coisas, até as que já desacreditamos,
Formam algo, formam nós.
Tudo é a ausência do nada, todos nós somos como um "tudo" não completo.
Já pensaram que sentimos sempre um vazio? Um vazio nunca preenchido, tudo é realmente muito pouco.
Tudo acaba nos deixando sem nada para buscar, então acabamos buscando por algo que não existe, como um amor nascido da mais pura ilusão que nunca vai poder ser alcançado, aumentando mais o vazio já existente.
Tantos sentimentos, tantos corações partidos, tanto esforço só para nos levar a algo que no fim nunca irá nos satisfazer, porque o contentamento é impossível, formando um ciclo inevitável para todos.
Acreditamos sempre estarmos sós, quase sempre, o fato é que estamos juntos nessa imensidão solitária.
Então, o que fazer? Tentar se contentar ou esperar?
Não, isso não adiantaria.
Nós buscamos, mas pensando em desistir, porque nem sempre o que o vento nos traz é o suficiente.
Dessa forma cria-se o medo, todo mundo tem seus medos, acredito que o maior deles é o de não ter nada com tudo em mãos, mesmo possuindo amor, família e amigos, ainda nos sentimos presos.
Uma palavra para simplificar seria "momentaneidade”, queremos tudo e não queremos nada ao mesmo tempo, não atribuímos valor em coisa alguma, nesse instante, não lembramos mais o que desejávamos antes de começar a  ler este texto.

E se eu chorei...

28.01.2010       

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Chorei porque não era mais uma criança com a fé cega de criança. Chorei porque não podia mais acreditar e preciso acreditar. Chorei porque daqui pra frente chorarei menos. Chorei porque perdi a minha dor e ainda não estou acostumada com a ausência dela.